Litoral

Defesa Civil emite alerta de chuvas fortes e vento para o litoral de SP


Previsão é que chova até 155 mm na Baixada Santista e no Vale do Ribeira entre domingo (6) e terça-feira (8). Defesa Civil emite alerta de chuvas fortes e vento para o litoral de SP
Ivair Vieira Jr/g1
A Defesa Civil do Estado emitiu um alerta para chuvas fortes e contínuas entre domingo (6) e terça-feira (8) na Baixada Santista, no litoral de São Paulo, e Vale do Ribeira, no interior paulista. A expectativa é que chova entre 135 mm e 155 mm nesse período.
Segundo o órgão estadual, a previsão é de que as chuvas sejam seguidas de ventos. Como o solo encontra-se encharcado, existe risco de transtornos como deslizamentos, desabamentos, alagamentos e enchentes.
A Defesa Civil recomenda atenção especial para as áreas mais vulneráveis. Em caso de emergências, a orientação é entrar em contato com o órgão pelo número 199, ou com o Corpo de Bombeiros, pelo 193.
Verão
O verão começou às 12h59 de 21 de dezembro, já com temperaturas altas. Na Baixada Santista, a estação vem sendo influenciada pelo fenômeno La Niña, com chuvas fortes, mas dentro da média prevista. De acordo com especialistas da região, o verão não será tão intenso quanto nos últimos anos.
A meteorologista do Climatempo Izabella Oliveira da Costa disse que o verão será com dias quentes, mas não contínuos, intercalados com dias mais frescos na Baixada Santista.
Segundo ela, os meses de janeiro e fevereiro são os mais quentes. A média histórica desses meses é, respectivamente, de 29,4°C e 29°C. Em 2022, essa temperatura deve ficar apenas 1°C acima da média. Em março, a média é de 28,3°C.
A Defesa Civil do Estado informou ao g1 que prevê chuvas dentro da média de 850 mm durante o verão na Baixada Santista. O índice, segundo o órgão, é preocupante, por serem chuvas irregulares e intensas.
“Esse fenômeno [La Niña] acaba trazendo muita chuva para o Nordeste e o Norte, como temos observado nos últimos dias, e tempo mais seco no Sul. No Sudeste, é intermediário, deixa o tempo mais irregular, contribui com as Zonas de Convergência do Atlântico Sul, o que faz com que muita umidade da Amazônia venha para a nossa região”, explicou o coordenador da Defesa Civil de Santos, Daniel Onias.
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