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Pais de Maddie, desaparecida em Portugal em 2007, perdem caso contra polícia portuguesa


Justiça europeia rejeita processo por difamação aberto por pais de Madeleine McCann, desaparecida há 15 anos em Portugal. Madeleine McCann: autoridades portuguesas declararam formalmente uma pessoa suspeita de sua morte na quinta-feira
BBC
Os pais de Madeleine McCann, a menina britânica que desapareceu em 2007 dentro de um quarto de hotel em Portugal, perderam um processo contra um policial português no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.
Em 3 de maio de 2007, Madeleine McCann, que tinha apenas 3 anos, desapareceu de seu quarto no apartamento em que sua família estava hospedada na Praia da Luz, no sul de Portugal. Os país da menina, Kate e Gerry McCann, comiam com amigos em um restaurante a poucos metros do quarto. Quando eles voltaram, viram que a filha não estava mais lá.
Até hoje, 15 anos depois, a menina nunca foi encontrada, e a polícia portuguesa ainda não encerrou o caso.
Os dois recorreram à Justiça europeia após a Suprema Corte de Portugal rejeitar uma acusação feita pelo casal de difamação contra o agente da polícia Gonçalo Amaral, que trabalhou na investigação do desaparecimento de Madeleine em 2007. Amaral sugeriu em um livro que escreveu sobre o caso, “A Verdade da Mentira”, que os pais de Maddie estavam envolvidos no desaparecimento.
Mas, nesta terça-feira (20), o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos decidiu que a Justiça portuguesa deu um julgamento justo ao caso.
Kate e Gerry McCann exibem uma imagem gerada por computador que simula como Madeleine McCann poderia estar na época, em foto de 2 de maio de 2012
Reuters/Andrew Winning
Em setembro de 2007, Gerry e Kate McCann chegaram a ser interrogados pela polícia como suspeitos formais. No mês de julho seguinte, no entanto, a polícia portuguesa desistiu da investigação por falta de provas e absolveu os McCann de qualquer envolvimento.

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