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Justiça determina que investigados pela Operação Nácar retirem tornozeleiras eletrônicas


Prefeito de Guarujá, Válter Suman (PSDB), está entre os investigados, mas retirou o equipamento em julho deste ano. Secretário de Educação afastado de Guarujá, Marcelo Nicolau, vai retirar o equipamento
Luciana Moledas/g1 Santos
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou, nesta quarta-feira (21), a medida cautelar que mantinha investigados na Operação Nácar, da Polícia Federal (PF), com tornozeleiras eletrônicas. O prefeito de Guarujá (SP), Válter Suman (PSDB), também investigado na operação que apura possíveis fraudes em contratações nas áreas da Saúde e da Educação pela prefeitura do município, retirou o acessório de monitoramento em julho deste ano.
De acordo com o documento do STJ, obtido pelo g1, a decisão abrange a primeira dama de Guarujá (SP), Edna Maria Mota Suman, além de Almir Matias da Silva, Cleide Rosa Florencio Matias da Silva, Marcelo Feliciano Nicolau, Fabricio Henrique Maia de Souza Guilherme, Hugo Leonardo Passos, Celso Roberto Bertioli Junior e Benedito Edson Lopes Mota.
Válter Suman foi o primeiro a retirar a tornozeleira eletrônica. Na ocasião, a 5ª turma do STJ decidiu pelo afastamento das medidas cautelares impostas a ele, fato que possibilitou o retorno do político à prefeitura.
Com o afastamento das medidas cautelares, caíram portanto uma série de restrições ao prefeito, como: suspensão do exercício do cargo, a proibição de se ausentar da comarca da residência por mais de cinco dias sem autorização da Justiça, proibição de acessar os prédios da prefeitura de Guarujá e também o uso da tornozeleira eletrônica.
Prefeito de Guarujá (SP) e primeira dama colocaram tornozeleira eletrônica no início de maio
Luciana Moledas/g1 Santos
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