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Esqueleto de ‘mão gigante’ vira amuleto da sorte em jogos do Brasil na Copa do Mundo; VÍDEO


Casal de Sorocaba (SP) que ficou com a ossada encontrada em Ilha Comprida, no litoral de SP, garante que vai torcer pela Seleção com o esqueleto ao lado. Esqueleto de ‘mão gigante’ vira amuleto da sorte em jogos do Brasil na Copa do Mundo
A turista que levou para casa um esqueleto em formato de “mão gigante” encontrado na orla de Ilha Comprida, no litoral de São Paulo, fez da ossada um amuleto da sorte durante o jogo entre Brasil e Sérvia, que terminou 2 a 0 para a Seleção. Com o resultado positivo, Letícia Gomes Santiago, de 37 anos, decidiu seguir na torcida com o esqueleto da sorte também contra a Suíça, nesta segunda-feira (28), às 13h [horários de Brasília].
Letícia e o namorado, Devanir Sousa, de 48, registraram comemoração com o esqueleto, em vídeo, após o jogo de estreia. A ossada, segundo especialistas ouvidos pelo g1, provavelmente é de um cetáceo, como golfinhos e baleias (leia mais abaixo).
À reportagem, Letícia disse que pretende torcer com a “mãozinha” em todos os jogos do Brasil, já que “deu sorte” no primeiro jogo.
‘Mãozinha’ na verdade é ossada de cetáceo
Esqueleto de ‘mão gigante’ encontrado em Ilha Comprida impressiona banhistas
Rinaldo Rori/g1 Santos
Ao g1, o biólogo marinho Eric Comin afirmou que o objeto é, na verdade, um esqueleto de um cetáceo que morreu no mar. Ele explicou que a ossada foi parar na faixa de areia com o tempo. O profissional disse, inclusive, que pelo estado de decomposição, e por haver apenas ossos, acredita que o animal tenha morrido há aproximadamente um ano e meio.
Comin ressalta que para determinar exatamente a espécie a qual a ossada pertenceu é preciso uma análise mais detalhada. Porém, acrescenta que, pelo tamanho, pode ser um golfinho, levando em consideração também que esse é um animal bastante comum na região.
De acordo com o biólogo, ao encontrar ossadas de animais marinhos na faixa de areia, a população deve comunicar os órgãos ambientais da região. Em Ilha Comprida, é o Instituto de Pesquisas de Cananéia (IPEC).
O coordenador do IPEC, Henrique Chupill, declarou ao g1 que o esqueleto realmente pode ser de um cetáceo. Ele orientou os banhistas a entrarem em contato com o instituto em situações semelhantes.
Biólogo afirma que esqueleto encontrado em Ilha Comprida é de um cetáceo
Arquivo pessoal/Letícia Santiago
VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos

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