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Nova reforma ministerial levará em conta desempenho dos ministros e ampliação do apoio no Congresso

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) planeja uma reforma ministerial ampla para este segundo ano de mandato. Interlocutores do Palácio do Planalto afirmam que a reestruturação levará em conta o desempenho dos ministros, a participação deles nas eleições municipais e a possibilidade de ampliar apoios no Parlamento com as substituições. Ainda não há uma previsão de quando as trocas, demissões e novas nomeações devem acontecer, uma vez que cabe ainda ao chefe do Executivo a nomeação do substituto de Flávio Dino (PSB-MA) para o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Em dezembro, o político maranhense foi aprovado pelo Senado Federal para assumir a cadeira deixada pela ministra aposentada Rosa Weber no STF (Supremo Tribunal Federal).

Apesar da falta de previsões, há especulações sobre possíveis nomes que podem integrar o futuro quadro da Esplanada dos Ministérios. Entre eles, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, é cotada para assumir o Ministério do Desenvolvimento Social ou a Secretaria-Geral da Presidência. Para a vaga de Dino, o principal cotado é o ministro aposentado Ricardo Lewandowski. Além disso, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, e o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, também correm o risco de perderem seus cargos na reforma ministerial.

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