Economia

Azeite, arroz, morango: os alimentos que ficaram mais caros em 2023


Por outro lado, vilões da inflação durante a pandemia tiveram queda de preços. É o caso do óleo de soja e das carnes. Azeite de oliva é ideal para pratos frios e também para ser consumido cru, em pães e pastas, mas também pode ser aquecido.
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A inflação de alimentos desacelerou de 2022 para 2023, influenciada pela queda de produtos que foram os grandes vilões do bolso do consumidor durante a pandemia, como as carnes e o óleo de soja.
Mesmo assim, alguns itens ficaram mais caros no supermercado ao longo do ano. É o caso do arroz e do azeite, além de frutas e legumes, como o morango, a tangerina, laranja, pepino, abobrinha e cenoura.
É o que mostram os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2023, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira (11).

Azeite
O azeite não deve ficar barato tão cedo. O preço do produto disparou no Brasil após uma forte seca na Europa que reduziu a safra de azeitona.
“O El Niño, que tem provocado essas temperaturas médias acima do normal, deve prosseguir ao longo do primeiro trimestre. A gente só deve ver alguma reversão apenas na virada do primeiro para o segundo semestre do ano que vem”, disse Felippe Serigati, professor da FGV Agro, em entrevista ao Jornal Hoje.
O Brasil importa praticamente tudo o que consome de azeite, pois produz muito pouco.
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