Guarujá

Baixada em Pauta #176: Empresário que convenceu Cazuza a fazer último show com o Barão Vermelho lembra do ‘clima tenso’ e pancadaria


Toninho Campos, dono do Cine Roxy, contou sobre a briga generalizada no último show da banda com Cazuza como vocalista. Ele também falou sobre como começou a trabalhar com cinema e a empreender no ramo, que teve o avô como percursor. Baixada em Pauta: Toninho Campos, dono do Cine Roxy, é o convidado da semana
Cazuza deixou de cantar e performar pelo Barão Vermelho em 1985 após um show em Santos, no litoral de São Paulo. O que poucos sabem, mas vão descobrir agora, são os bastidores dessa apresentação. A testemunha? O empresário Toninho Campos, que convenceu o artista a cantar e que viu a confusão de camarote: “Ele me devia. Eu liguei e ele veio”.
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Os ingressos já haviam sido vendidos ao público quando Toninho Campos, dono do Cine Roxy e que à época promovia shows, soube da separação da banda. Ele não teve dúvidas, pegou o telefone e ligou para o amigo ‘exagerado’.
“Eu falei para ele: Cazuza, você não precisa olhar para trás [para a banda], olha para a plateia” , lembrou o empresário, que prometeu ao artista realizar o primeiro show solo dele, também na Baixada Santista, no Caiçara Music Hall.
Toninho Campos convocou Cazuza para último show com o Barão Vermelho em Santos, SP
Arquivo AT e Reprodução
Toninho lembrou que o ambiente não era bom e que a plateia parece ter absorvido aquela energia. “O clima estava tenso e passou por osmose para o público”.
A confusão, de fato, começou ao final da apresentação. Cazuza se despediu, Toninho disse ter o levado a saída, conversado um pouco com ele e, ao voltar para o evento se deparou com uma “briga generalizada”.
“Quando o Cazuza saiu, o Frejat chegou no microfone e falou que a Barão tinha acabado, que eles continuavam [sem o Cazuza]”. Ele lembrou que a confusão se instalou imediatamente: “Eu nunca vi meus seguranças apanhando daquele jeito”.
Toninho do Roxy
Além das histórias com ícones do rock nacional, o empresário contou sobre a trajetória no mundo do cinema. Ele começou ainda garoto, trabalhando na bomboniere do Cine Roxy, que era comandado pelo avô, passou para o pai e há décadas é comandado por ele. O cinema de rua é um dos mais antigos do Brasil, com 90 anos de história.
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